Título.
Precisando achar um título para tudo isso.
Afinal de contas, como resumir o turbilhão de acontecimentos?
Milhões de pieces of information, milhões de sentimentos, reuniões, conversas, choros, risadas, reflexões, orações.
E muito mais.
Mas a Inteligência Emocional anda em baixa, viu. Bem embaixo.
Às vezes, quando converso com uma amiga, parece que eu acabei de nascer sentimentalmente. Meu avô paterno certa feita me disse - não faz mais que um mês - que esta era demasiado responsável em algumas coisas, mas minhas emoções, descontroladas.
Is that true?
Sinto admitir que sim. Até quando? Achava que já não mais.
Mas é tão chato perceber que as lágrimas correm à tôa. Sem planejamento. Sem muito relutar. Apenas vem, mas é bom, que acalmam.
Depois a capacidade de rir é aumentada estrondosamente.
O que fazer?
Escrever num blog abandonado, talvez. Quem sabe ele-ela-a pessoa-em-que-penso-agora-pode-ser-você-viu-pessoa-você-e-muitos-mais leia. E sobretudo, quem sabe é capaz de inteligir algo desse nó de muitas voltas. Nó chique! Hermeticamente fechado (?)
Não vai ao microondas não, por favor. Senão esquenta demais. E pra mim, já bastam esquentes, explodes, e roupas jogadas pela janela. Prefiro a geladeira. Mas, como estou numa onda natural, talvez seja melhor conservar com sal. Aí as bactérias morrem por inanição de água.
Muitos esquentes, hermeticamente lacrados.
Depois soltinhos, soltinhos, esvoaçando aos olhos e ouvidos dos escolhidos. Coitadinhos dos escolhidos, tem muito o que ouvir. Até cansa.
Não posso soltar tudo agora? Não, enjoei disso.
E agora?
Afinal de contas, como resumir o turbilhão de acontecimentos?
Milhões de pieces of information, milhões de sentimentos, reuniões, conversas, choros, risadas, reflexões, orações.
E muito mais.
Mas a Inteligência Emocional anda em baixa, viu. Bem embaixo.
Às vezes, quando converso com uma amiga, parece que eu acabei de nascer sentimentalmente. Meu avô paterno certa feita me disse - não faz mais que um mês - que esta era demasiado responsável em algumas coisas, mas minhas emoções, descontroladas.
Is that true?
Sinto admitir que sim. Até quando? Achava que já não mais.
Mas é tão chato perceber que as lágrimas correm à tôa. Sem planejamento. Sem muito relutar. Apenas vem, mas é bom, que acalmam.
Depois a capacidade de rir é aumentada estrondosamente.
O que fazer?
Escrever num blog abandonado, talvez. Quem sabe ele-ela-a pessoa-em-que-penso-agora-pode-ser-você-viu-pessoa-você-e-muitos-mais leia. E sobretudo, quem sabe é capaz de inteligir algo desse nó de muitas voltas. Nó chique! Hermeticamente fechado (?)
Não vai ao microondas não, por favor. Senão esquenta demais. E pra mim, já bastam esquentes, explodes, e roupas jogadas pela janela. Prefiro a geladeira. Mas, como estou numa onda natural, talvez seja melhor conservar com sal. Aí as bactérias morrem por inanição de água.
Muitos esquentes, hermeticamente lacrados.
Depois soltinhos, soltinhos, esvoaçando aos olhos e ouvidos dos escolhidos. Coitadinhos dos escolhidos, tem muito o que ouvir. Até cansa.
Não posso soltar tudo agora? Não, enjoei disso.
E agora?
pelas analogias.geladeira,microondas...continue escrevendo, não pare,nunca,jamais.acredito que seu sonho ainda vai se realizar,uma talentosa escritora,e irei ler seus textos em algum café de uma bela cidade do sul da frança,quem sabe...boa sorte,fica bem Ló.grande beijo,Léo Paiva...ps
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