É o que é.
Viver, na real, é parar de tentar atribuir à vida e a suas ocorrências sentidos diferentes do que elas simplesmente têm. É aceitar que as coisas são o que são, como são de verdade, e enxergar a si em seu verdadeiro lugar, espaço, e tempo.
A paz não está na ilusão. A paz está na consciência, na clareza da realidade. O sofrimento, quando não é inevitável (ou seja, quando podemos fazer algo para resolvê-lo, ou quando ele é uma criação, uma doença da alma), advém de nossas ilusões, pensamentos que deturpam a simplicidade, ou até mesmo complexidade de cada contingente.
A vida é uma trama complexa, da qual fazemos parte em conjunto. Mas a nossa postura perante ela deve ser a mais simples. Quando mais ilusões e inutilidades carregamos, mais fica pesado viver.
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