Never Give Up
Uma pedrinha pintada de amarelo, com a borda branca e um balãozinho branco escrito em letras pretas, no meio: "Never give up". Foi um presente de uma anfitriã querida, por onde passei, em dias ensolarados no sul de Londres. Sua casa é cheia de mensagens de coragem, força e dizendo para seguirmos a nossa intuição. Cada parede parece ter uma história, e em cada canto há uma escultura de deusas africanas, quadros ou fotos de uma beleza única e simples.
Ter morado nessa casa por um mês me fez aprender muito. Aliás, cada mês que passei em cada lugar em 2011 me fez aprender. Cada pessoa com quem convivi, cada oportunidade que me apareceu e que eu soube aproveitar, ao meu modo, me transformou. Sempre é mais complexo manter as nossas mudanças internas do que simplesmente vê-las acontecer. Sedimentar sensações e aprendizados é um caminho até árduo, eu diria. Porque você se lembra do momento, dos sentimentos e das palavras, mas nem sempre é simples reutilizá-las em qualquer circunstância.
Hoje eu tento criar meios e estratégias para me reconectar comigo mesma, com o que construí e às vezes me esqueço. Ter tido uma juventude, uma infância e uma adolescência tão boas até aqui não deveriam ser motivo de nostalgia, mas acabam se tornando lembranças de períodos em que eu não tinha medo de seguir em frente. Nós humanos somos também muito complexos, complexos demais; vamos construindo coisas ao redor de nós e da vida, sem saber pra quê nem pra quem, e nem por quê. Nem sempre é assim, claro. As melhores coisas que fazemos são aquelas a que somos levados por uma energia inexplicável, uma coisa intrínseca e da qual não se pode escapar, uma força, uma doação.
Para essas coisas que nunca deixam de valer a pena, eu olho minha pedrinha e repito: Never give up. Preciso de força para não desistir do que faz parte da minha vida, do meu caráter, da minha verdade. Não devíamos desistir de nada, como minha amiga já me disse uma vez: "odeio desistir das coisas". Esse é o espírito, vamos em frente fazer nossa bela cartola de papel e brilho.
Ter morado nessa casa por um mês me fez aprender muito. Aliás, cada mês que passei em cada lugar em 2011 me fez aprender. Cada pessoa com quem convivi, cada oportunidade que me apareceu e que eu soube aproveitar, ao meu modo, me transformou. Sempre é mais complexo manter as nossas mudanças internas do que simplesmente vê-las acontecer. Sedimentar sensações e aprendizados é um caminho até árduo, eu diria. Porque você se lembra do momento, dos sentimentos e das palavras, mas nem sempre é simples reutilizá-las em qualquer circunstância.
Hoje eu tento criar meios e estratégias para me reconectar comigo mesma, com o que construí e às vezes me esqueço. Ter tido uma juventude, uma infância e uma adolescência tão boas até aqui não deveriam ser motivo de nostalgia, mas acabam se tornando lembranças de períodos em que eu não tinha medo de seguir em frente. Nós humanos somos também muito complexos, complexos demais; vamos construindo coisas ao redor de nós e da vida, sem saber pra quê nem pra quem, e nem por quê. Nem sempre é assim, claro. As melhores coisas que fazemos são aquelas a que somos levados por uma energia inexplicável, uma coisa intrínseca e da qual não se pode escapar, uma força, uma doação.
Para essas coisas que nunca deixam de valer a pena, eu olho minha pedrinha e repito: Never give up. Preciso de força para não desistir do que faz parte da minha vida, do meu caráter, da minha verdade. Não devíamos desistir de nada, como minha amiga já me disse uma vez: "odeio desistir das coisas". Esse é o espírito, vamos em frente fazer nossa bela cartola de papel e brilho.
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