altos e baixos
Ordem e caos, ordem e caos, ordem e caos, ordem e caos, caos, caos, ordem, ordem, caos caos caos caos caos caos ordem caos caos caos caos.
E assim sucessivamente?
Quem coloca ordem na nossa vida? E como se instala o caos? Até que ponto seguramos a onda, temos o controle, conseguimos nos virar sozinhos?
Como é que uma criança segura se torna um adulto inseguro? Em que ponto do caminho as coisas se perdem, se desorganizam? Ou será que a criança segura não era tão segura assim?
Na falta de respostas, eu continuo fazendo perguntas. Na presença do caos, eu instalo a ordem, até que o caos chega de novo e abro totalmente o espaço pra ele.
Não sei porque uma escolha de hoje se torna uma reviravolta no dia seguinte.
Medos, inseguranças, infantilidades do espírito humano estão rondando nossas cabeças. É difícil manter a sanidade. Ou nem mais reconhecemos o que é ser são.
Por um lado engrandeço meus conhecimentos do mundo, por outro perco a sutileza universal da alma. O que escolher? Como equilibrar?
Quais são os aprendizados mais importantes nessa vida? Como ter certeza do caminho que escolhemos? Como escolher? Como reagir, e como persistir nas escolhas?
Continuo perguntando até que as respostas começam a aparecer. Por alguns instantes, tudo fica claro. O estado de graça está presente. Em outro momento, tudo é treva.
O aprendizado é árduo.
E assim sucessivamente?
Quem coloca ordem na nossa vida? E como se instala o caos? Até que ponto seguramos a onda, temos o controle, conseguimos nos virar sozinhos?
Como é que uma criança segura se torna um adulto inseguro? Em que ponto do caminho as coisas se perdem, se desorganizam? Ou será que a criança segura não era tão segura assim?
Na falta de respostas, eu continuo fazendo perguntas. Na presença do caos, eu instalo a ordem, até que o caos chega de novo e abro totalmente o espaço pra ele.
Não sei porque uma escolha de hoje se torna uma reviravolta no dia seguinte.
Medos, inseguranças, infantilidades do espírito humano estão rondando nossas cabeças. É difícil manter a sanidade. Ou nem mais reconhecemos o que é ser são.
Por um lado engrandeço meus conhecimentos do mundo, por outro perco a sutileza universal da alma. O que escolher? Como equilibrar?
Quais são os aprendizados mais importantes nessa vida? Como ter certeza do caminho que escolhemos? Como escolher? Como reagir, e como persistir nas escolhas?
Continuo perguntando até que as respostas começam a aparecer. Por alguns instantes, tudo fica claro. O estado de graça está presente. Em outro momento, tudo é treva.
O aprendizado é árduo.
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