Viver cada dia como se fosse o último dia de um feriado
Esse fim de semana eu pensei num novo pensamento poderoso: viva cada dia como se fosse o último dia de um feriado prolongado. Um feriado assim, em um outro lugar, fora de casa, fora da mediocridade do comportamento cotidiano, fora dos pensamentos-padrão, fora do estado de inércia, fora da mecanização da vida. Um feriado daqueles que você precisa de um dia inteiro pra perceber o quanto estava cansado, o quanto estava anestesiado. É quando você para pra pensar que existem outras coisas além da rotina, e que existem outras possibilidades além da pequenez do dia a dia.
Ai quem me dera conseguir cumprir o que essa frase denota! Mas eu posso tentar, eu estou tentando, e esse primeiro passo é o mais importante, talvez. Que importa se os caminhos são os mesmos todos os dias, se os horários são iguais, se as cobranças se repetem? O que não pode acontecer é engolir tudo isso como se fosse um fardo. O que eu tenho direito de fazer é tentar olhar pra tudo de um jeito novo, de um jeito leve, de um jeito amoroso. É tentar ver o que não vi todos os outros dias antes.
Num feriado prolongado a gente quer aproveitar tudo o que tem ali, naquele lugar que estamos conhecendo, antes da hora de voltar pra casa. É o momento de respirar melhor, de sentir o corpo melhor, de amar com verdade as coisas simples da vida. É a hora de lembrar do que se esquece diariamente.
Vivendo cada dia como se fosse o último dia de um feriado eu posso fazer tudo isso de novo, só que em casa. E assim eu não preciso esperar pelo próximo feriado pra estar alegre, pra me sentir em paz, pra me sentir estimulada por alguma coisa.
Chega de viver esperando pelo próximo fim de semana! "Semana que vem pode nem chegar", Pitty falou direitinho...
Por maiores que eles sejam, nossos sonhos ou divagações só podem ser construídos no pequeno espaço fragmentado de cada dia. Melhor aproveitar.
Ai quem me dera conseguir cumprir o que essa frase denota! Mas eu posso tentar, eu estou tentando, e esse primeiro passo é o mais importante, talvez. Que importa se os caminhos são os mesmos todos os dias, se os horários são iguais, se as cobranças se repetem? O que não pode acontecer é engolir tudo isso como se fosse um fardo. O que eu tenho direito de fazer é tentar olhar pra tudo de um jeito novo, de um jeito leve, de um jeito amoroso. É tentar ver o que não vi todos os outros dias antes.
Num feriado prolongado a gente quer aproveitar tudo o que tem ali, naquele lugar que estamos conhecendo, antes da hora de voltar pra casa. É o momento de respirar melhor, de sentir o corpo melhor, de amar com verdade as coisas simples da vida. É a hora de lembrar do que se esquece diariamente.
Vivendo cada dia como se fosse o último dia de um feriado eu posso fazer tudo isso de novo, só que em casa. E assim eu não preciso esperar pelo próximo feriado pra estar alegre, pra me sentir em paz, pra me sentir estimulada por alguma coisa.
Chega de viver esperando pelo próximo fim de semana! "Semana que vem pode nem chegar", Pitty falou direitinho...
Por maiores que eles sejam, nossos sonhos ou divagações só podem ser construídos no pequeno espaço fragmentado de cada dia. Melhor aproveitar.
"É o momento de respirar melhor, de sentir o corpo melhor, de amar com verdade as coisas simples da vida. É a hora de lembrar do que se esquece diariamente."
ResponderExcluirMuito bem dito.
Existe um livro chamado "Um minuto para mim" (Spencer Jhonson), que complementa seu pensamento, Lorena.
valeu Victor!!
Excluir