rei, astro
O sol sempre melhora tudo.
A iluminação externa ilumina-me internamente.
Amor de sol, calor na nuca contrai a vacilação.
Calor interno que aquece em volta das pessoas, os corações.
Visualizar o astro ou seus rastros: afago.
Aqueles raios invisíveis se revelam em sensações luminosas.
O sentimento não curado pelo pensamento carburado: evapora, ação.
Sem calefação, o cinza do céu vira cinza no core.
Olhos grandes diminuem,
Nariz respirando, entope.
Borra em volta dos olhos.
O preto não vira castanho, porque não reflete.
Se ele vem, sua.
O vidro por fora gera água. Por dentro, evapora.
Mistura de frio com quente, o morno é cobre, se aproxima da terra.
Entre o cinza e o amarelo, o cobre, metal transmitindo calor.
Não mais a borra, posso correr, ao menos andar;
não mais fumaça, mas vento-brisa.
Se o que está dentro deprime, basta uma fresta.
A fenestra deixa entrever sua luz,
mistura de céu;
ação contamina a solidão,
não mais a separação, ilha, isola.
Pelo astral do astro, o fogo tem, ao menos,
faísca.
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